Dia do Cão 26 de Agosto

Hoje é um dia especial para todos aqueles que consideram o “cão”, desde há muito intitulado o melhor amigo do homem.

Bem sabemos que hoje em dia há dias para tudo, de toda a forma não deixa de ser importante já que podemos aproveitar o momento para uma reflexão sobre estes exemplares que tanto significado têm para tantos lares e famílias.

A presença de um cão, completa sem dúvida qualquer família, desde as monoparentais onde o companheirismo se pode evidenciar, até às famílias com azafama de conflitos de geração onde o cão pode ser um elemento agregador e de interesse comum.

Ter um cão é sinónimo de estilo de vida saudável, tanto a nível físico, pois as suas necessidades atléticas nos empurram para a prática de exercício saudável, como a nível psíquico, pois promovem libertação de stress e ansiedade, levando-nos aos princípios da lealdade, companheirismo e desprendimento do corrupio da sociedade consumista.

Inúmeros são os exemplos de situações menos boas nas vidas das famílias onde o cão tanto contribui para que tais momentos sejam ultrapassados de forma mais positiva. O cão entrega-se, dedica-se e tem grande sentido de compaixão e compreensão, por tudo isto vale a pena partilhar as nossas vidas com estes fantásticos seres vivos.

O cão faz companhia em casa, nos passeios, relembra as pessoas da importância do “ar puro”, obrigando-os a sair de casa, muitas vezes a socializar e a percorrer novos caminhos.

Para além da companhia é preciso relembrar que o cão é um animal que ajuda muita gente no seu trabalho, desde os cães pastores até aos cães-guia, essenciais para a sobrevivência dos seres humanos que necessitam do seu apoio.

Ter um cão exige ponderação, melhor dizendo “ter um cão não é para todos”, é a frase que considero da minha autoria, pois a uso sem nunca a ter lido. Mas o que realmente interessa é que estes animais não são bens de consumo, mas sim seres que necessitam de cuidados básicos, onde se destaca a disponibilidade de tempo que nos possibilita interagir com eles, sem abdicar do contacto com a natureza. Isto porque os cães tornaram-se dependentes dos seus donos, ao longo dos tempos, tanto para cuidados de saúde como alimentares.

Assim se decidirem ter um cão por favor pensem num projecto de vida de 15 anos. O cão vai ser um elemento importante e que sem dúvida vai dar muito mais do que aquilo que vai ter necessidade de receber. Mas para ser benéfico para todos, inclusive para a sociedade, é necessário cuidar do mesmo com responsabilidade, tendo em conta que à medida que vai envelhecendo mais cuidado e assistência irá necessitar.

Desta forma, o fundamental é tomar uma decisão consciente, garantindo um adestramento adequado que permita que o cão a ser um bom elemento na sociedade. Quando falhamos nesta temática pode surgir uma situação em que se cria um distanciamento progressivo entre o cão e o ser humano, chegando a um ponto em que o animal vai desenvolver o síndrome de privação sensorial, situação bastante difícil de lidar e de reverter, podendo algumas situações culminarem em agressividade do animal.

Outro ponto adequado é conseguir entender que o cão pertence a uma espécie diferente e, como tal, tem necessidades nutricionais distintas, pelo que para termos um cão saudável é necessário providenciar alimentação própria e adequada.

A medicina preventiva é sem dúvida a mais eficaz e económica, pelo que vacinas, desparasitação externa e interna, boas condições de salubridade são o que permite evitar muitas doenças, algumas delas bastante complexas.

 

A boa conduta na via pública é fundamental pois para além de permitir um saudável convívio com os seus demais congéneres e sociedade em geral, também permite evitar muitos acidentes, pelo que se recomenda que o cão sempre passeie a trela e, em caso de necessidade, o uso de açaime pode ser também indicado.

 

De referir que a nossa sociedade evoluiu muito e positivamente, refletindo-se tal numa lei aprovada pela assembleia da república em 2015 que criminaliza o mau trato animal e abandono. Ainda hoje mesmo foram publicadas penas acessórias para quem maltrate animais, as quais se destinam a serem aplicadas cumulativamente com as que já estavam previstas na lei:

a) Privação do direito de detenção de animais de companhia pelo período máximo de 5 anos;

b) Privação do direito de participar em feiras, mercados, exposições ou concursos relacionados com animais de companhia;

c) Encerramento de estabelecimento relacionado com animais de companhia cujo funcionamento esteja sujeito a autorização ou licença administrativa;

d) Suspensão de permissões administrativas, incluindo autorizações, licenças e alvarás, relacionadas com animais de companhia.

 

 

 

 

 

 

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