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Medicina Preventiva nos animais de companhia

A decisão de aumentar a família através de um animal de estimação (como, por exemplo, um cão ou um gato) é um processo que deve ser ponderado, tendo em conta vários factores. A disponibilidade de todo o agregado para que esta integração seja perfeita é fundamental.
 
Para além do tratamento de patologias existentes, os centros veterinários devem ser locais de acompanhamento e aconselhamento dos proprietários, de forma a tentar garantir o bem-estar dos seus animais de companhia e acautelar situações evitáveis, dolorosas ou dispendiosas.
 
O conceito de Medicina preventiva define-se como a aplicação de princípios de prevenção de doença por profissionais de saúde aos seus pacientes.
Em Veterinária, este conceito tem vindo a adquirir importância crescente, adaptados a todas as fases da vida dos nossos animais.
 
 A escolha da alimentação é fundamental para a saúde animal. Devem ser considerados aspectos como a idade, a raça, as necessidades energéticas, a condição corporal e as patologias existentes.
 
A primeira visita de um gato ou cão ao veterinário normalmente acontece por volta das 4 a 6 semanas de idade, altura em que o animal começa a apresentar autonomia suficiente para sobreviver sem a ajuda materna. Deve ser efectuado um exame físico completo para avaliação do estado de saúde e iniciado o plano de desparasitação e posterior vacinação.
 
O primeiro tratamento de desparasitação interna pode ser administrado às 2 semanas de idade, devendo ser continuada com a periodicidade determinada pelo médico veterinário. A utilização de desparasitantes externos, é também, um elemento fundamental para assegurar a saúde e bem-estar animal. Existem várias formas de apresentação destes produtos (comprimido, Spray, pipetas, coleira, etc.), adequada à espécie e peso do animal.
 
A vacinação é o processo pelo qual a resposta imunitária do animal é estimulada. Têm por objectivo provir o animal de resistência a doença. Numa fase inicial são necessários 3 reforços, com 3 semanas a 1 mês de intervalo, contudo, numa fase adulta a vacinação é anual.
O estado reprodutivo dos nossos animais também não deve ser descurado. Não existindo interesse reprodutivo, devemos proceder á esterilização dos animais. A cirurgia deve ser efectuada por volta dos 6-8 meses. Desta forma, vamos evitar futuras infecções uterinas e diminuir o aparecimento de tumores de mama nas fêmeas e de próstata no macho.
 
A doença oral é uma das frequentes causas de visitas ao veterinário. A formação e acumulação de placa bacteriana e tártaro na superfície dentária, para além de causar desconforto, pode comprometer o bom funcionamento do coração, rins e pulmões. Existem várias estratégias para a prevenção desta doença, entre elas a escovagem regular dos dentes. Quando já existe uma placa concretizada, é necessário para a sua eliminação, procedimentos interventivos como a destartarização.
 
Outro dos problemas frequentemente diagnosticados é a obesidade, tanto mais que cerca de 25 a 40% dos nossos animais apresenta excesso de peso. Esta alteração contribui para uma diminuição na esperança média de vida, assim como para um aumento do risco de problemas articulares, metabólicos, respiratórios e cardíacos. Com a ajuda do médico veterinário é possível evitar e/ou controlar esta patologia.
 
Numa fase geriátrica, os nossos animais apresentam necessidades especiais. É fundamental uma adequação da alimentação, assim como um controlo de patologias pré-existentes. As visitas regulares ao veterinário (semestrais) são fundamentais para diagnósticos, no sentido de prevenir ou controlar alterações.

 

 

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